quarta-feira, 8 de outubro de 2008

PARGOS (IMPERFEIÇOANDO O SONETO)

Ainda que a vida nos obrigue
Às vezes, doses de remédio amargo
Não há nada que bem não fique
Na companhia de um belo pargo
Mesmo que a lavagem dos pratos
Depois de tudo fique a seu cargo
Relaxe, que tal tirar os sapatos
Após comer um suculento pargo?
(Com um sorriso largo!)
Mesmo que alguém não nos deixe
Saborea-lo outra vez na vida
Em total estúpido embargo
Pra morte levarei o peixe
Que comerei durante a subida
Com alho e cebola, azeite e aspargos!