Ainda que a vida nos obrigue
Às vezes, doses de remédio amargo
Não há nada que bem não fique
Na companhia de um belo pargo
Mesmo que a lavagem dos pratos
Depois de tudo fique a seu cargo
Relaxe, que tal tirar os sapatos
Após comer um suculento pargo?
(Com um sorriso largo!)
(Com um sorriso largo!)
Mesmo que alguém não nos deixe
Saborea-lo outra vez na vida
Em total estúpido embargo
Pra morte levarei o peixe
Que comerei durante a subida
Com alho e cebola, azeite e aspargos!

2 comentários:
Lindo o poema.
Pena não teres enviado a música.
Cantámo-lo como fado corrido e foi um grande sucesso.
Obrigado.
Um abraço.
Eu não fiz a música e nem vou mais ter esse encargo! Você já fizeram por mim!
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